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ROAD TRIP 2018 - PART I / D.PEDRO E INÊS

  • Foto do escritor: BY IRINA
    BY IRINA
  • 19 de out. de 2020
  • 2 min de leitura

Atualizado: 16 de ago. de 2023

Estas seriam as minhas primeiras férias “sozinha” pois antes, foram sempre com familiares. Desta forma, decidimos ter umas férias pequenas mas aventureiras.

Para aproveitar todo o tempo acordamos cedíssimo, sendo a nossa primeira paragem em Coimbra para tomar o pequeno-almoço na “Loja dos pastéis de Chaves”.

Com rumo a sul, paramos no santuário de Fátima. Não sou católica, portanto para mim é um local com história de igual forma que é um monumento. Pertinho dali, visitamos o mosteiro da Batalha. Já deu para reparar que adoro conhecer este géneros de sítios não? De tão cansados que estávamos, não conseguimos resistir à relva do jardim do mosteiro e fizemos uma pausa ali deitados a ouvir os passarinhos a cantar.

Próxima paragem? Alcobaça! Conhecem a história de D. Pedro e Inês? É a história que marcou Portugal. Mesmo casado, D. Pedro marcava encontros românticos com Inês de Castro, dama de companhia da sua mulher D. Constança, nos jardins da Quinta das Lágrimas. Depois da morte de D. Constança, D. Pedro passou a viver com Inês, mesmo contra a vontade do pai, o rei D. Afonso IV.

Durante anos, Pedro e Inês viveram em Coimbra com os seus filhos. Mas o crescendo de censura pelo casal por parte da corte, fez com que D. Afonso acabasse por mandar assassinar Inês. Louco de dor, Pedro liderou uma revolta contra o rei, nunca perdoando ao pai pelo assassinato da amada. Quando finalmente foi coroado rei, D. Pedro mandou prender e matar os assassinos de Inês.

Mais tarde, jurando que tinha casado secretamente com Inês de Castro, D. Pedro impôs o seu reconhecimento como rainha de Portugal e ordenou a trasladação do corpo de Inês de Coimbra para o Mosteiro Real de Alcobaça, onde mandou construir dois magníficos túmulos, para que pudesse descansar para sempre ao lado da sua eterna amada. Assim ficaria imortalizada em pedra a mais arrebatadora história de amor portuguesa.

Como eu já conhecia a história fiquei super curiosa para conhecer aquele lugar mas digo-vos que fiquei boquiaberta com os túmulos 100% feitos à mão, a arquitetura e estrutura. Monumentos lindíssimos, feitos durante décadas, há milhares de anos atrás. Já refletiram como conseguimos construir em meses o que há relativamente pouco tempo só era possível em vários anos de trabalho?

Com a fome a apertar, seguimos viagem até onde iríamos almoçar, o restaurante “O Sardinha” em Peniche. Não sei se era de ter tanta fome ou não, mas foi o melhor polvo à lagareiro que já comi. Mas aceito todas as vossas sugestões para experimentar outros sítios.

Sobre as paisagens em Peniche, só vos digo, lindo! Quem gosta de mar sente-se em casa. Recomendo vivamente a visita ao cabo carvoeiro.

A Última paragem deste dia preenchido seria a “nossa casa”. Ficamos em Odivelas onde metade da paisagem era rural e a outra urbana. O que mais podemos desejar?

Be Free, Be You, BE BRAVE!





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