NAZARÉ | PENICHE | ÓBIDOS | CHARNECA DA CAPARICA I
- BY IRINA

- 16 de jan. de 2021
- 2 min de leitura
Atualizado: 16 de ago. de 2023
2020 foi aquele ano diferente de todos os anteriores. Mas conseguimos programar umas férias protegidas e seguras no meio da pandemia mundial.
Como não podia falhar, mas desta vez foi a primeira paragem, o santuário de Fátima. Estava planeado irmos a Coimbra antes, no entanto todos adormeceram na viagem, exceto o condutor obviamente, o que fez com que saltássemos a 1ª “saída”.
Em Fátima foi uma visita breve e em seguida fomos até à Nazaré. Não é segredo que prometi voltar com mais calma. E que dia bonito para visitar aquela cidade e tirar imensas fotos.
No mesmo registo de praia, conhecemos São Martinho do Porto. Foi uma agradável surpresa, confesso que desconhecia de todo aquele lugar. É um mar que tem calmaria de rio e aparência de lagoa. Um sitio ótimo para quem tem crianças ou para quem não aprecia a agitação do mar.
Ainda em São Martinho do Porto, do lado esquerdo para quem está de frente para o mar, existe uma duna enorme na qual já é comum as pessoas subirem a escalar e descerem a rebolar. Mesmo à frente da duna tem um canal de água afluente do mar onde uma pessoa molha só os tornozelos em toda a sua extensão. Visitarei no futuro com toda a certeza.
Mais a sul paramos em Peniche. Tão bom voltar onde já fui feliz e a todas aquelas paisagens maravilhosas. Infelizmente, desta vez o cabo carvoeiro estava encerrado derivado ao perigo de derrocada. Apesar disso, conhecemos uma simpática senhora que alimentava os gatinhos abandonados da zona e as gaivotas. A senhora transbordava bondade, contou-nos que todos os dias alimentava os animais com ração, patê ou atum, pois, diz ela, que são criaturas da natureza e têm de ser cuidadas, amadas e devemos respeitar todos os seres da terra.
Já era um pouquinho tarde para almoçar mas não desistimos do polvo à lagareiro do restaurante “O Sardinha”. Como era de esperar, saímos de lá bastante satisfeitos. Mesmo assim faltava algo. Pensamos bem e o que faltava era um copo de ginjinha de Óbidos. Assim sendo, seguimos até à terra “vizinha”.
Demos uma volta pelo castelo, vimos as imensas lojas temáticas e cafés, até que finalmente um sítio nos chamou à atenção para beber a famosa ginja. Apenas naquele lugar havia copos de chocolate branco, eu como amante de chocolate branco, não resisti. Naquele ambiente medieval ponho me a imaginar como eram as pessoas que viviam naquele lugar há dezenas de anos atrás. Se nós com sapatilhas ficamos cansados de subir e descer imaginem os cavaleiros com armaduras e as mulheres cheias de saias pesadas. Vocês também imaginam essas coisas?
Com o litoral do país explorado, rumamos até ao nosso último destino, Charneca da Caparica. Ficamos numa casa incrível, super acolhedora, com pessoas incríveis e maravilhosas, para não falar das diversões como mesa de pingue-pongue, setas, matrecos e piscina. Tudo indicava que íamos nos divertir imenso.
Be Free, Be You, BE BRAVE!






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