VIAGEM A PARIS | PARTE II
- BY IRINA

- 2 de mai. de 2020
- 3 min de leitura
Atualizado: 16 de ago. de 2023
No segundo dia em Paris acordamos igualmente cedo para aproveitar ao máximo tudo o que conseguíssemos. A temperatura estava muito mais baixa e chovia um pouco, mas nada iria estragar o dia.
Para o pequeno-almoço fomos à confeitaria Angelina Paris, uma das mais famosas da cidade. Quando lá entrei pensei mesmo que tinha recuado décadas e era uma verdadeira parisiense. Era tudo tão elegante e requintado. É verdade que é caro, 25 euros por menu/pessoa, mas é algo a não perder.
Depois da barriga cheia, fomos para a Sainte Chapelle. É uma capela pequena em comparação ao resto dos monumentos que visitamos mas tem uma beleza espantosa. Podem visitar todos os dias mas ao domingo o bilhete é grátis. Assim como em quase todas as atrações para menores de 25 anos.
Vimos a Cathédrale Notre-Dame ainda em reconstrução. É uma pena o que se perdeu mas a história ficará sempre intacta.
Decidimos conhecer um pouco do passado francês e seguimos para o Pantéon de Paris. Para quem admira e gosta de arquitetura, visitar o Panteão é obrigatório.
Já com alguma fome, escolhemos visitar novamente a feira de Natal. Não vou explorar muito as diversões, mas o que vos posso dizer é que tem coisas para todas as idades. No meu caso, escolhi o carrossel mais alto quando tenho medo de alturas. Agora fica na vossa imaginação o que aconteceu... Só vos digo que ia morrendo.
Depois de quase morrer do coração, comemos algo pela feira. Como disse na Parte I, a comida sem ser supermercado é bastante cara. Gastamos 7 euros num pão de cachorro só com uma salsicha. Portanto se estão a pensar viajar estejam prevenidos como nós.
Tentamos visitar as catacumbas de Paris mas o tempo de espera era de 2 horas. Pensamos bem no que fazer e preferimos visitar novamente o monumento mais famoso, desta vez de dia, a Torre Eiffel. Ficou prometido voltar para visitar o que nos foi impossível naqueles dias.
É tão extraordinário como em minutos estávamos do outro lado da cidade. Realmente o metro de Paris é muito evoluído. Existem metros sem condutor, há metros de 5 em 5 minutos disponíveis e uma rede imensa de linhas e trajetos. Para não falar que os bilhetes são super acessíveis. Um bilhete de 7 euros tem viagens ilimitadas dentro de 4 zonas, o que inclui metro e autocarros.
Desta vez do outro lado da torre, igualmente com uma vista maravilhosa, assistimos a uma manifestação de direitos de igualdade e também a vários jovens a gravarem covers de dança. Deu para dançar um pouco e tirar fotografias lindas apesar de toda a euforia naquela zona.
Com a viagem a acabar, voltamos ao hotel para ir buscar as nossas malas. Fomos mais carregados para o aeroporto devido aos vários presentes colocados estrategicamente no meio das nossas coisas.
No aeroporto o caos estava instalado. Filas enormes por todo o lado. Foi um pouco confuso mas lá conseguimos nos entender. Afinal estávamos no maior aeroporto do país.
Depois de horas de espera, finalmente estávamos no avião. E no lugar ao lado estava uma bebé linda e super fofa. Enquanto aguardávamos o fim das preparações para a viagem, pude pegar um pouco na bebé e brincar com ela. Eram uma família espanhola muito simpática.
O voo correu maravilhosamente. Mesmo tendo várias crianças no avião, a viagem foi bastante calma. Pudemos tirar uma fotografia na cabine do piloto quando toda a gente já tinha saído. Que equipa fantástica esta que nos acompanhou, obrigada easyjet.
Esta aventura tinha terminado e eu estava tão feliz. Achei tudo tão surreal, há umas horas atrás estava em Paris e agora estava em casa. Foi tão engraçado toda a gente a queixar-se do frio e eu a achar que estava calor. Ainda demorei um pouco a atualizar o termómetro corporal.
Be Free, Be You, BE BRAVE!




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